Entre os alvos estão a casa do presidente da Cemig, Mauro Borges, na capital mineira. Assim como Pimentel, Mauro Borges é ex-ministro do Desenvolvimento. Ele assumiu a pasta em 2014, no último ano do primeiro mandato de Dilma Rousseff.

A operação Acrônimo apura irregularidades no financiamento e na prestação de contas da campanha de Pimentel para o governo mineiro, em 2014.
Entre os demais alvos da fase deflagrada nesta quinta estão as sedes das empresas Marfrig e Odebrecht Ambiental, em São Paulo.
Ao todo, a PF cumpre 40 mandados de busca e apreensão em Belo Horizonte, São Paulo e Brasília. Não houve mandados de prisão.
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