Nesta segunda-feira (20), o juiz Sérgio Moro, da 13ª Federal em Curitiba, aceitou a segunda denúncia do Ministério Público Federal (MPF) contra o empreiteiro e mais cinco investigados na Lava Jato. A mesma decisão, Moro decretou a terceira prisão preventiva do empreiteiro por considerar significativos documentos da Suíça apresentados pela acusação, que demonstram a movimentação de contas da Odebrecht para ex-dirigentes da estatal.
O advogado de Marcelo Odebrecht, Narbor Bulhões, argumentou que a decretação de nova prisão foi ato arbitrário do juiz Sérgio Moro. "O requerente pede socorro! A rigidez do sistema pede socorro! o Estado Democrático de Direito pede socorro. E do Supremo Tribunal Federal espera-se a concessão de habeas corpus de ofício para cassar o terceiro mandado de prisão preventiva", disse Bulhões.
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