O peemedebista evitou comentar os desdobramentos da Operação Zelotes, que teve como foco o filho do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Luís Cláudio Lula da Silva. O peemedebista, que tem reclamado de ser alvo primordial das ações do Ministério Público Federal, desconversou. "Não quero julgar o que está acontecendo com os outros, não sei o que aconteceu com a família do ex-presidente, não posso comentar", respondeu.
Hoje, a Polícia Federal, a Receita Federal e o Ministério Público Federal deram início à terceira fase da Operação Zelotes que investiga um esquema de compra de medidas provisórias para favorecer montadoras de veículos. Os policiais cumpriram mandado de busca e apreensão no escritório de Luís Cláudio.
Cunha foi relator da MP 627, que alterou regras de tributação de empresas brasileiras multinacionais com controladas ou coligadas no exterior. Ele lembrou que as MPs são originárias de um interesse, de uma demanda, e que no momento da votação o texto passa por votação de destaque, sendo que cabe ao relator ficar com o ônus de conciliar interesses para votar. "Sei que foi colocada uma emenda, destacada e meu relatório foi aprovado. Não tinha nenhuma denúncia, não tinha nada, foi discutido com o governo e o governo aceitou, tanto que sancionou", disse.
Informações: Diário do Poder
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