terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Paraná: Se continuar a greve dos caminhoneiros, vai faltar alimentos e combustíveis.




Indústrias de alimentos, agricultores e pecuaristas do oeste, sudoeste e norte do Paraná estão tendo que suspender a produção por causa dos bloqueios nas estradas provocados por caminhoneiros em greve. Em Medianeira, a Frimesa informou os produtores que o leite deixará de ser recolhido a partir da 0h de quarta-feira (25). O mesmo deve acontecer na fábrica da Latco, no sudoeste. Frigoríficos em Francisco Beltrão, Dois Vizinhos e Toledo deixaram de fazer o abate de aves. Os protestos se espalham por oito estados brasileiros nesta terça-feira (24).

De acordo com o diretor executivo da Frimesa, Elias Zydek, a empresa recebe por dia cerca de 840 mil litros de leite de cinco mil produtores do oeste e do sudoeste do estado para atender a demanda das fábricas deMatelândia e Marechal Cândido Rondon e da indústria de queijos de Capanema. Quatro carretas com 110 mil litros de leite estão paradas em bloqueios na região deArapongas desde sábado (21). Caso as interdições terminem, estima-se que em seis horas a produção seja normalizada.
Em Marmeleiro, nesta terça um produtor teve que jogar fora três mil litros de leite, já que os caminhões do laticínio para quem fornece emSanta Catarina não conseguem chegar à propriedade no sudoeste do Paraná desde o dia 18. A situação tende a se repetir na região oeste. Em Medianeira, Moisés Piletti, por exemplo, produz cerca de 2,3 mil litros de leite diariamente. Caso tenha que se desfazer do leite, o prejuízo, calcula, pode chegar a R$ 4 mil por dia já que os animais precisam ser alimentados e ordenhados.

Sem embalagens na unidade de Francisco Beltrão, a Latco paralisou as atividades e também não está mais recebendo a produção dos cerca de dois mil produtores de três cidades responsáveis por 280 mil litros de leite por dia.
As atividades foram paralisadas ainda na Confepar Agro-Industrial, em Londrina, no norte do estado. Segundo a direção da cooperativa, desde sábado não é possível captar o leite produzido. “São pelo menos 40 caminhões cheios de leite parados. E muita carga já está estragada. Só em Arapongas, são sete caminhões carregados de leite que não podem circular”, disse o diretor industrial e comercial, Algacir Bertoti.

Com isso, o abastecimento de produtos da Confepar na região está comprometido. Em média, a cooperativa entrega 70 mil litros de leite pasteurizado na região de Londrina. Por causa da paralisação, apenas Londrina está sendo abastecida. A direção disse que ainda não é possível calcular o prejuízo.
Na Central de Abastecimento do Paraná(Ceasa) em Foz do Iguaçu, alguns produtos hortifrutigranjeiros também começaram a faltar. Das cargas que conseguem chegar, metade precisa ir direto para o lixo por estarem estragadas. Com a escassez, o preço de alguns produtos mais que dobrou. O saco de batata subiu de R$ 50 para R$ 100, a caixa de cenoura aumentou de R$ 45 para R$ 75 e a de chuchu de R$ 30 para R$ 80.
Aves
Desde segunda-feira (23), duas fábricas da BRF, que detém as marcas Sadia e Perdigão, interromperam o abate de frangos e perus porque não estão conseguindo transportar os produtos para Francisco Beltrão e Dois Vizinhos, também no sudoeste. Seis mil funcionários tiveram de ser dispensados. A fábrica de Toledo está operando nesta terça-feira (24) com apenas 70% da capacidade. Em função da greve dos caminhoneiros foi preciso diminuir o abate e o alojamento de aves.
Por meio de uma nota oficial, a BRF justificou que a interrupção dos serviços é por causa dos protestos nas rodovias, principalmente na região das duas fábricas. Segundo a BRF, as fábricas dependem diretamente do transporte nas rodovias do país para fechar todo o ciclo de produção e comercialização dos produtos. 

Greve de caminhoneiros afeta Ceagesp e postos de combustíveis no Paraná.


Brasília - A greve dos caminhoneiros começa a afetar os consumidores. Na Ceagesp, técnicos calculam uma redução de 10% nas frutas oriundas da região Sul do País. No Paraná, algumas cidades enfrentam falta de combustível e, em outras, elevação de preços - postos em cidades menores, sobretudo no Sudoeste do Estado, chegaram a vender o litro da gasolina a R$ 5.
Produtores paraenses reclamam que sem o combustível, o fornecimento de ração para aves pode ser interrompido. "As aves vão morrer de fome e não tem combustível nem para fazer vala para enterrar os animais", queixou-se Amarildo Brustolin, integrante da Comissão de Avicultura da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep).
O diretor do Sindicato dos Combustíveis do Paraná, Walter Venson, admite que há falta de combustível, mas garante que não é algo generalizado. "Está causando um incômodo. Mas ainda não há falta generalizada, só em alguns postos", disse. "O sindicato é contra isso (gasolina a R$ 5). Se alguém fez isso, não é filiado ao Sindicombustível. Se isso realmente ocorreu, foram poucas situações no interior", argumentou.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Paraná: Corrupção do Governo deixa o Estado em colapso.


Os alunos da rede estadual do Paraná começam mais uma semana sem aulas, em meio à greve dos trabalhadores da educação pública do estado. Após duas reuniões entre sindicato e governo, ambas as partes admitem que houve avanços nas negociações, mas a categoria ainda possui exigências não atendidas. Há expectativa de realização de uma terceira reunião no fim da tarde desta segunda-feira (23).

A categoria entrou em greve no dia 9 de fevereiro, quando iniciaria o ano letivo de quase um milhão de estudantes. Desde então, vários servidores estão acampados no Centro Cívico, onde fica a Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) e o Palácio Iguaçu, sede do governo estadual.
O último encontro entre o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Paraná (APP-Sindicato) e representantes do governo Beto Richa (PSDB) durou mais de seis horas, na sexta-feira (20). Dentre os acordos estabelecidos nesta reunião, foi confirmada a contratação de mil professores e pedagogos aprovados em concurso público, mas que não haviam sido chamados.
Um dos principais entraves, porém, são os pagamentos de promoções e progressões de carreira que estão atrasados. Enquanto os trabalhadores exigem pagamento imediato, o governo quer postergar. “Não vamos assumir despesas sem que haja perspectiva de receita”, afirmou o secretário chefe da Casa Civil, Eduardo Sciarra.
Outro ponto reivindicado pelos professores é a retirada de projetos que constavam no “pacotaço” enviado pelo governador Beto Richa (PSDB) à Assembleia Legislativa. Segundo o governo, o item que tratava da fusão dos fundos de previdência dos servidores foi reavaliado, e será reapresentado na próxima semana.
Manifestação professores Paraná (Foto: Daiane Baú/G1)Professores invadira uma das entradas do
Tribunal de Contas (Foto: Daiane Baú/G1)
Segundo o presidente do sindicato, Hermes Leão, outros temas ficaram pendentes para as discussões desta segunda: "Licença prêmio que tinha sido cancelada, programa de PDE que está previsto para agosto, nomeação de 463 pessoas, além dos que já foram anunciados, licenças para mestrado e doutorado que ainda não tem uma orientação, redistribuição de aula dos PSS, abertura de novas turmas e liberação de programas e projetos que estao pendentes", resumiu.
Reunião de quinta-feira
Representantes do sindicato e do governo estadual se reuniram na quinta-feira (19). Mesmo após alguns avanços, como o pagamento do terço de férias dos servidores que será depositado em duas parcelas, nos meses de março e abril, a categoria optou por manter a greve geral. No encontro também ficou acordado que os profissionais contratados via Processo Seletivo Simplificado (PSS), que tiveram o contrato encerrado em dezembro, deverão receber a remuneração no dia 24 deste mês.
Quanto ao pacote de medidas de austeridade apresentado pelo governador Beto Richa (PSDB), o chamado "pacotaço", a administração estadual anunciou que os itens relacionados à Educação vão ficar fora dos projetos. Eles estão sendo revisados e devem voltar a ser apresentados na Assembleia nesta semana. O “pacotaço” gerou uma série de manifestações, além da ocupação da Assembleia Legislativa na semana passada. Entenda o "pacotaço" apresentado pelo Governo do Paraná.
Ocupação da Assembleia
Na terça-feira (10), depois que os deputados estaduais aprovaram – com 34 votos favoráveis e 19 contrários – o requerimento que instituiu Comissão Geral para a apreciação do pacote de medidas, os manifestantes ocuparam o Plenário da Assembleia.
A Comissão Geral é um mecanismo previsto no regimento interno da Casa que permite os deputados votarem em um projeto de lei, em um único dia, sem que a proposta passe por comissões específicas.
Pátio da Alep ficou lotado após invasão (Foto: Sabrina Coelho/G1)Pátio da Alep ficou lotado após invasão dos
professores (Foto: Sabrina Coelho/G1)
Na quinta e na quarta-feira (11), as sessões foram realizadas no restaurante da Casa, pois o Plenário estava ocupado pelos manifestantes. Durante a sessão de quinta, que iria votar o requerimento de Comissão Geral, apresentado pelo líder do governo na Assembleia, o deputado Luiz Cláudio Romanelli (PMDB), para apreciar o "pacotaço", os manifestantes invadiram o pátio da Alep.
Policiais militares que isolavam a Assembleia fizeram o uso de bombas de efeito moral e de balas de borracha. Mesmo assim, os trabalhadores seguiram em frente e só deixaram o local quando foi anunciada a retirada do pacote de medidas.
No mesmo dia, depois da polêmica envolvendo o pacote de medidas, o govenador Beto Richa (PMDB) se pronunciou pela primeira vez sobre o assunto. Richa classificou como “absurda e violenta” as manifestações dos trabalhadores. Em nota publicada no site do governo, Richa afirmou que o tumulto foi provocado por “um grupo de baderneiros infiltrado no movimento dos professores”.

Paraná: Passagem de onibus de Região Metropolitana para Curitiba é de R$5,80.


Entrou em vigor nesta quinta-feira (19) o novo valor da passagem de ônibus em Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba. A nova tarifa, de R$ 5,80, será paga por passageiros que precisam se deslocar até a capital paranaense. Já o valor para circular dentro da cidade é de R$ 2,50 para pagamento com o cartão transporte do município e R$ 3,30 para quem paga a passagem com dinheiro.
Com a diferença nos valores, algumas mudanças precisaram ser feitas no terminal central de Araucária. O local, que até o início dessa semana possuía uma única entrada, passou a ter duas após o fim da integração das redes urbana e metropolitana.
Os passageiros que chegam ao terminal, precisam sair e passar por uma nova catraca para pegar, em outra ala, os ônibus que levam a Curitiba. Para isso, é necessário pagar o novo valor da passagem, de R$ 5,80. No primeiro dia após as alterações, um grupo protestou em frente ao terminal.
“Vamos deixar bem claro que isso é uma tremenda palhaçada que estão fazendo com o trabalhador. Não só em Araucária, mas com a população da Região Metropolitana inteira”, disse o vigilante Jean Xavier.

Os passageiros, que até quarta-feira (18) pagavam R$ 3,30 para usar tanto os ônibus urbanos quanto os metropolitanos, agora precisam desembolsar mais dinheiro para seguir até a capital paranaense. Isso significa que aqueles que gastavam R$ 6,60 para ir e voltar de Curitiba vão desembolsar, no mínimo, R$ 11,60 para fazer o mesmo trajeto, são R$ 5 a mais por dia.
Para o presidente de uma associação de bairros de Araucária, Nelson Moreira, que paga as passagens com dinheiro, o transporte custará o dobro. “Como é que nós vamos pagar? Eu tenho uma filha que estuda em Curitiba e vai pagar R$ 13,20 por dia e eu vou pagar o mesmo valor para ir trabalhar. Eu ganho R$ 1.300 por mês, você acha que eu vou ter condições de pagar?”, questiona Moreira.
Além da mudança nas entradas, foi colocada uma tela para separar os dois terminais. De acordo com a Prefeitura de Araucária e a Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba (Comec), a mudança foi necessária por causa da administração das duas redes de transporte.
“Hoje nós temos que administrar o nosso próprio sistema urbano e a Comec, a rede metropolitana”, disse o presidente da Companhia Municipal de Transporte Coletivo (CMTC), Sandro Martins.
Para o diretor-presidente da Comec, Omar Akel, as alterações também tem um lado positivo. “O transporte municipal deve ser fortalecido para incentivar o uso e as atividades no próprio município, mas será mantida a integração com a rede metropolitana através das linhas metropolitanas”, relatou Akel.
A Comec também vai estudar mudanças no sistema de outras cidades da Região Metropolitana de Curitiba, como São José dos Pinhais e Fazenda Rio Grande.
Fim da integração
Para garantir ao usuário de ônibus um preço único de passagem, o Governo do Paraná – por meio da Comec – e a Prefeitura de Curitiba mantinham um convênio que venceu em dezembro de 2014 e não foi renovado. Sem acordo entre as partes, a unificação das linhas de transporte urbano de Curitiba e Região Metropolitana acabou.
A partir de fevereiro, as responsabilidades sobre o gerenciamento do transporte passaram a ser divididas entre as esferas municipal e estadual. Os valores praticados na capital paranaense são de R$ 3,15 para pagamento com o cartão transporte e R$ 3,30 para quem pagar a passagem em dinheiro.
Os preços da passagem de ônibus para as linhas metropolitanas, que compõem a Rede Integrada de Transporte (RIT), é o mesmo de Curitiba – R$ 3,30. Porém, segundo a Comec, os valores são variáveis de acordo com as linhas, e não necessariamente seguem o mesmo preço estipulado para as linhas da RIT.

domingo, 22 de fevereiro de 2015

Ebola: apenas 38% dos recursos prometidos foram entregues para combater epidemia


Apenas pouco mais de um terço dos recursos prometidos para combater a epidemia de ebola na África Ocidental foram entregues, o que pode ter acelerado a propagação do vírus, segundo estudo publicado pelo British Medical Journal.
De acordo com a publicação, até 31 de dezembro de 2014, os doadores tinham prometido um total de US$ 2,89 bilhões para apoiar a ação internacional contra a epidemia. No entanto, apenas US$ 1,09 bilhão foram efetivamente pagos.
SEGUNDO O ESTUDO, OS RECURSOS ENTREGUES ATÉ O FINAL DO ANO PASSADO CORRESPONDIAM A CERCA DE 38% DO QUE HAVIA SIDO PROMETIDO.
O atraso, de acordo com o relatório, pode ter contribuído para a propagação do vírus.
A Organização Mundial de Saúde passou a cobrar mobilização mundial face à epidemia da doença no início de agosto de 2014, mas os primeiros US$ 500 milhões de ajuda só foram disponibilizados em meados de outubro, segundo o estudo.
A publicação assinala a necessidade de um mecanismo que permita um desembolso mais rápido de recursos para combater ameaças à saúde pública como o ebola.

Tecnologia: Fabricação de smartphones da Xiaomi no Brasil deve começar em março.

A Xiaomi, atualmente é a quinta maior fabricante de smartphones no mundo e lidera na China.



Xiaomi já está no Brasil, apesar de ainda não ter lançado nada por aqui, empresa tem um escritório preparando sua chega ao mercado brasileiro.
A empresa chinesa também já se prepara para fabricar seus primeiros aparelhos em território nacional, que ainda devem ser produzidos como protótipos.
Exame, revelou ter recebido a informações através de uma fonte ligada à Foxconn, que fabrica os aparelhos da marca na China e que deve ser a parceira da Xiaomi também aqui no Brasil.
A Foxconn tem uma fábrica em Manaus, e duas fábricas no interior de São Paulo, nas cidades de Jundiaí e Indaiatuba, segundo a fonte a empresa chinesa quer usar as fabricas de São Paulo para produzir seus aparelhos.
Os primeiros protótipos ficariam prontos na segunda metade de março, e a produção em massa começaria a acontecer em abril, com um produto pronto para ser lançado ainda no primeiro semestre, como é o cronograma já anunciado pela chinesa para o Brasil.
xiaomi mi note
Redmi Note 4G
A empresa já possui um aparelho certificado pela Anatel, que pela lógica deve ser o primeiro a ser lançado por aqui. O dispositivo é o Redmi Note 4G, um phablet de 5,5 polegadas com especificações intermediárias e vendido lá fora a um preço equivalente a R$ 450.

Falha: Erro faz Microsoft liberar oferta de 100GB no OneDrive.

Conferência da Microsoft
Microsoft lançou, nesta semana, duas promoções que ofereciam 100 GB de espaço gratuito no disco virtual OneDrive por tempo limitado. Entretanto, as iniciativas foram liberadas também para os brasileiros, na manhã da última quinta-feira (19), quando não deveriam ter sido. Ambas seriam exclusivas para internautas americanos.
Uma promoção do Bing Rewards dava 100 GB no OneDrive por dois anos, enquanto outra dava o mesmo bônus válido ao longo de 12 meses para quem migrasse do Dropbox para o serviço da criadora do Windows.
A Microsoft Brasil contatou a INFO, nesta sexta-feira (20), para informar que, devido a um erro, as promoções também foram liberadas aos brasileiros, mas que os links deixaram de funcionar.
Nos testes realizados por INFO, o armazenamento adicional obtido nas promoções na manhã de quinta-feira não foi perdido.

Ainda no ar 
Contudo, contradizendo o posicionamento oficial da Microsoft Brasil, o bônus oferecido a quem migra do Dropbox continua a funcionar. Já a promoção do Bing Rewards agora mostra um aviso informando a exclusividade para os internautas dos Estados Unidos.

Brasil: Apps ameaçam privacidade dos brasileiros, afirma Symantec

A pesquisa, chamada Norton Mobile Insight, foi feita no final do ano passado com 6 mil usuários de smartphones em nove países, incluindo o Brasil


A pesquisa, chamada Norton Mobile Insight, foi feita no final do ano passado com 6 mil usuários de smartphones em nove países, incluindo o Brasil. A Symantec diz que 68% dos entrevistados estão dispostos a ceder informações pessoais em troca de poder usar um app gratuitamente. Considerando só o Brasil, o número sobe para 74%.
Para chegar aos 68%, a empresa somou os usuários que cederiam sua localização (36%), os que estão dispostos a compartilhar seus contatos (17%) e os que liberariam o acesso a suas fotos (15%). 


É uma conta questionável, já que deve haver alguma sobreposição entre esses três grupos de entrevistados (ou seja, o total é provavelmente menor que a soma dos três percentuais). Mas a conclusão geral é que mais de um terço dos usuários não dão muito valor à privacidade.


As pessoas se preocupam com a proteção dos dados mais sensíveis, como senhas e informações financeiras. Mas poucas se importam em ceder informações de saúde, compromissos e localização.
A Symantec ainda afirma que muitos usuários não têm consciência de quanto os apps podem espioná-los ou mesmo drenar mais rapidamente a carga da bateria do smartphone (algo que todos os apps que usam GPS fazem). 

Mais da metade das pessoas que responderam à pesquisa não sabem que os aplicativos móveis podem monitorar sua localização, por exemplo. Mas a Symantec constatou que 22% dos apps fazem isso.
“Quando se trata de aplicativos, a palavra ‘grátis’ raramente vem sem um custo. Os dados pessoais se tornam a moeda de troca”, diz Beto Santos, diretor de consumo da Symantec, num comunicado da empresa.


Vírus?
A Symantec ainda apurou que 37% dos usuários não estão preocupados com a possibilidade de seu smartphone ser contaminado por vírus. Outros 63% demonstram algum grau de preocupação com esse tipo de ameaça.
Embora a Symantec não diga isso, os 37% que não se preocupam não estão totalmente errados. O problema do malware em dispositivos móveis é mais sério na China e em outros lugares onde o acesso à loja Google Play é bloqueado. 
Nesses países, os usuários recorrem a repositórios alternativos de aplicativos, que podem conter malware. Lojas oficiais – como a Google Play, a loja da Amazon e as dos fabricantes de smartphones – costumam ter controle de qualidade dos apps para evitar esse tipo de ameaça.
Smartphone: a Symantec diz que 22% dos apps obtêm a localização do usuário© Samsung Mobile Bangladesh/Facebook Smartphone: a Symantec diz que 22% dos apps obtêm a localização do usuário

Kim Kardashian se envolve em acidente de carro com filha.

Kim Kardashian e a filha North Foto: @kimkardashian/Instagram / Reprodução


Kim Kardashian e a filha North West, além das irmãs Khloe Kardashian e Kylie Jenner, se envolveram em um acidente de carro em Montana, nos Estados Unidos, no sábado (21).
Klhoe dirigia quando outro veículo passou e jogou neve em seu para-brisa, o que a impediu de enxergar o que estava acontecendo. O carro derrapou em uma estrada com gelo e parou em uma vala.
Após o acidente, Kim agradeceu no Instagram por não ter acontecido nada grave. “Obrigada Deus por nos guiar e nos manter em segurança”

Sob ameaça, Cantareira precisa de 30 mi de árvores


Vista do alto, a paisagem é desoladora: veleiros encalhados muito longe de qualquer sinal de água, rampas de píeres terminando em barrancos secos, condomínios luxuosos no meio do nada, represas reduzidas a rios estreitos, o gado pastando na vegetação rasteira de áreas antes submersas. O sonho de ter casa de fim de semana em um cenário espetacular de montanhas e lagos, e praticar esportes náuticos, a 90 km de São Paulo, ou uma fazenda com água abundante para o gado, parece distante do pesadelo dos 6,5 milhões de moradores da Região Metropolitana que dependem da água do Cantareira.
Mas, segundo especialistas, há uma ligação causal entre a ocupação nos 12 municípios do Cantareira, e destruição da mata ciliar de seus 8.171 km de rios, e o esgotamento do sistema. Choveu menos no último ano, mas, se a mata nativa ainda estivesse lá, os reservatórios poderiam ter mais água - e de melhor qualidade. A chuva não cairia sobre um solo tão seco, com o consequente efeito "esponja". A vegetação funcionaria como uma válvula, controlando a vazão e evitando inundações como a de 2011 - quando as comportas tiveram de ser abertas - e falta de água, como a de agora.
Técnicos da Embrapa Informática e da GV Agro propõem o plantio de 30 milhões de mudas para recompor a mata ciliar em 34 mil hectares, de modo a obedecer a faixa prevista pelo novo Código Florestal - que a reduziu, porque passou a medir a Área de Preservação Permanente (APP) a partir do leito regular do rio, e não mais de sua largura máxima. Para chegar a esses números, eles analisaram as imagens do satélite Rapid Eyes, que registra objetos de no mínimo 5 metros, explica Eduardo Assad, autor da proposta.
A mata ciliar evita o deslocamento do solo, chamado de erosão, seu transporte pelos rios e depósito nos reservatórios, ou assoreamento. Segundo a Sabesp, estudo de 2009 mostrou que não havia assoreamento no Cantareira. A mata ciliar filtra os sedimentos trazidos pelas enxurradas, evitando que poluentes, como os agrotóxicos usados nas fazendas, comprometam a qualidade da água. E mantém a infiltração do solo pela água, que desce para o lençol freático, e aflora novamente. O solo sem vegetação, às vezes compactado por tratores ou pelo pisoteio de animais, deixa a água evaporar.
Orvalho. Entretanto, explica o especialista Antonio Carlos Zuffo, da Unicamp, a vegetação exerce esse papel não tanto na beira dos rios, onde o solo já está encharcado, mas um pouco mais longe, até mesmo nos topos de morros, onde ela também intercepta a umidade trazida pelas nuvens, que condensa na forma de orvalho e desce subterraneamente até as nascentes. Será preciso ir além da mata ciliar. Zuffo propõe, por exemplo, o plantio direto, em vez do arado, como forma de evitar a compactação.
Ricardo Rodrigues, da Esalq, a Escola de Agronomia da USP, acha que não é necessário plantar 30 milhões de mudas. Onde houver vegetação por perto, é possível induzir a regeneração natural. Com base em sua experiência com recomposição de florestas, Rodrigues estima que 50% da área precisaria de plantio total, com custo médio de R$ 9 mil por hectare; 25% se regeneraria sozinha, ao custo de R$ 2 mil/ha.; os restantes 25% requereriam enriquecimento com espécies, o que custa R$ 3 mil/ha. Caberia aos fazendeiros cercar o gado.
Por esse cálculo aproximado, o projeto custaria R$ 195,5 milhões. Bilhões de reais devem ser gastos nas obras de engenharia anunciadas pelo governo. Só a transposição entre as Represas Jaguari, da Bacia do Paraíba do Sul, e Atibainha, do Sistema Cantareira, está estimada em R$ 830,5 milhões. Para Assad e Rodrigues, a recuperação da mata nativa começaria a ter efeitos sobre o Cantareira em cinco anos.
A relação entre a vegetação e as chuvas em regiões de Mata Atlântica, como a do Cantareira, ainda está sendo estudada cientificamente, afirma o meteorologista Carlos Nobre. Na Amazônia, já foi provado o efeito da transpiração das árvores. Ontem, mesmo sem chuva, o manancial teve a 16.ª alta e chegou a 10,2% da capacidade.
A Sabesp incentiva o plantio de mata nativa no entorno das represas, por empresas que precisam fazer compensação ambiental. A Dersa plantou 1,13 milhão de mudas em 554 hectares. O governo paulista lançou no mês passado o programa Mata Ciliar, que pretende recuperar 20 mil hectares, com recursos de empreendedores em busca de licença ambiental, ou de proprietários que precisem se regularizar.
Em Bragança Paulista, onde restam apenas 11% de cobertura vegetal, o prefeito Fernão Dias (PT) criou um programa no qual os infratores ambientais regularizam sua situação bancando o plantio de árvores. "Em menos de dois anos, já fizemos mais de 30 mil plantios." O prefeito acha provável que haja resistência dos condomínios e fazendeiros a um eventual programa de recomposição da mata ciliar. "Eles perderão boa parte de sua área, mas se trata de um momento emergencial, em que o Brasil não pode manter um benefício individual em detrimento do coletivo." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Urgente: Vazamento de água radioativa detectado na Central de Fukushima.

Funcionário da Agência Internacional de Energia Atômica durante inspeção na central de Fukushima em 17 de fevereiro
Os sensores instalados na central nuclear japonesa de Fukushima detectaram neste domingo um novo vazamento no mar de águas altamente radioativa, anunciou a empresa Tokyo Electric Power Co (Tepco).
Os dispositivos instalados em um conduto de retirada de água de chuva e sensores subterrâneos registraram um nível de radioatividade 70 vezes superior aos já elevados níveis do complexo nuclear, segundo um porta-voz da empresa.
Os níveis da elevada radioatividade detectada às 10H00 locais caíram de maneira progressiva ao longo do dia, mas continuam sendo alarmantes. O conduto de retirada responsável pelo vazamento foi fechado.
Segundo a Tepco, não foram detectadas anomalias durante uma inspeção dos gigantescos depósitos de água contaminada, o que não permite pensar em um vazamento nestes depósitos.
O desmantelamento dos quatro reatores mais afetados da central de Fukushima Daiichi, após o terremoto e tsunami de 11 de março de 2011, deve durar de três a quatro décadas.

Alerta: Mudanças climáticas ameaçam segurança alimentar, alertam cientistas.



A aceleração das mudanças climáticas e seu impacto sobre a produção agrícola mundial exige que profundas mudanças sociais sejam implementadas nas próximas décadas para alimentar uma população mundial crescente, alertaram cientistas em uma conferência científica anual.
Segundo os cientistas, a produção alimentar terá que dobrar nos próximos 35 anos para alimentar uma população global de 9 bilhões de habitantes em 2050 contra os 7 bilhões atuais.
Alimentar o mundo "implicará algumas mudanças em termos de minimizar o fator climático", disse Jerry Hatfield, diretor do Laboratório Nacional para a Agricultura e o Meio Ambiente.
A volatilidade das chuvas, as secas frequentes e o aumento das temperaturas afetam as lavouras de grãos, razão pela qual será preciso adotar medidas, afirmou Hatfield neste domingo, durante a reunião anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência.
"Se avaliarmos a produção de 2000 a 2050, basicamente teríamos que produzir a mesma quantidade de alimentos que produzimos nos últimos 500 anos", previu.
Mas, globalmente, os níveis de uso da terra e a produtividade continuarão degradando o solo, advertiu.
"No que diz respeito à projeção para o Meio Oeste (dos EUA), estamos convencidos de que as temperaturas aumentarão bastante", afirmou Kenneth Kunkel, climatologista da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica americana, referindo-se à região de maior produção de grãos, situada no centro do país.
Kunkel estudou o impacto do aquecimento global no Meio Oeste americano, onde a maior ameaça para a segurança alimentar é a seca.
A possibilidade é alta que esta região sofra com a pior seca no século XXI entre as registradas no último milênio, representando uma ameaça direta para os moradores da região, alertaram cientistas nesta quinta-feira, na abertura da conferência, celebrada em San José, na Califórnia (oeste).
As mudanças climáticas estão ocorrendo tão rapidamente que os seres humanos enfrentarão em breve uma situação sem precedentes, afirmou Kunkel.
Mas James Gerber, especialista em agricultura da Universidade de Minnesota, disse que reduzir o desperdício de alimentos e o consumo de carne vermelha ajudaria.
A redução do número de cabeças de gado diminui o impacto ambiental, inclusive as emissões de metano, um poderoso gás de efeito estufa.
Gerber disse que os cientistas identificaram "tendências bastante preocupantes", como a diminuição global das reservas de grãos, que dão à sociedade uma importante rede de segurança.
O cientista também expressou sua preocupação sobre o fato de que a maioria da produção de grãos está concentrada em áreas vulneráveis ao aquecimento global. Gerber não descartou um uso maior de organismos geneticamente modificados como forma de aumentar a disponibilidade de alimentos.
Paul Ehrlich, presidente do Centro para a Conservação Biológica, da Universidade de Stanford, disse que o problema requer "uma real mudança social e cultural em todo o planeta".
"Se tivéssemos mil anos mais para resolvê-lo, estaria muito tranquilo, mas podemos ter 10 ou 20 anos" apenas, advertiu.

NOM: Novo 'thogoto vírus' faz vitima letal nos EUA.

As autoridades americanas anunciaram a descoberta de um novo vírus, que teria causado a morte de um homem em boas condições de saúde

As autoridades sanitárias americanas anunciaram nesta sexta-feira a descoberta de um novo vírus, que teria causado a morte de um homem em boas condições de saúde, no estado do Kansas, na primavera (hemisfério norte) de 2014.
O vírus "Bourbon", assim batizado em referência ao nome do condado onde o paciente vivia, faz parte do grupo conhecido como "thogoto vírus" (THOV), informou o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês).
Esta é a primeira vez que um vírus dessa família causa uma doença com desfecho fatal em um humano nos Estados Unidos, e apenas o oitavo caso conhecido de infecção por um "thogoto vírus" com sintomas em pessoas.
Considerando-se que os vírus desse grupo de agentes virais estão ligados a carrapatos, ou mosquitos, em certas partes da Europa, da Ásia e da África, o vírus "Bourbon" também poderia usar os mesmos vetores.
O homem em questão tinha mais de 50 anos e havia sido mordido várias vezes por carrapatos dias antes de ficar doente, relatou o CDC.
Este é o único caso conhecido.
Como os resultados de inúmeros testes deram negativo para um amplo leque de doenças infecciosas, uma amostra do sangue do paciente foi enviada para análises suplementares em um laboratório do CDC.
Os testes iniciais detectaram a presença de um vírus não identificado. Depois de utilizar uma tecnologia molecular avançada de detecção (AMD, na sigla em inglês), os pesquisadores do CDC concluíram que se tratava de um novo vírus.
Os médicos que curaram o homem no Kansas encontraram um carrapato cheio de sangue em seu ombro. Alguns dias depois, ele ficou doente, com febre e dor de cabeça, segundo o estudo publicado no periódico "Emerging Infectious Diseases" (Doenças Infecciosas Emergentes) do CDC.
Apesar do tratamento com antibióticos, seu estado se agravou, comprometendo, sobretudo, suas funções renais. O paciente também não conseguia mais respirar sem a ajuda de aparelhos. Ele morreu 11 dias depois do aparecimento dos sintomas.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Nova Ordem Mundial: Obama quer organizar rede anti-terrorista.

Shaun Watson agrediu a mãe porque ela riu quando ele disse que Obama era alienígena (Foto: Evan Vucci/AP)
O presidente americano, Barack Obama, quer organizar uma rede internacional contra o extremismo violento, durante reunião que terá esta semana com representantes governamentais e especialistas em Washington, informou a Casa Branca nesta segunda-feira (16).
"Queremos organizar uma rede ampla para combater o extremismo violento", explicou um alto funcionário da administração Obama. "Queremos agir", acrescentou sob a condição de ter sua identidade preservada.
Depois dos atentados de Paris, que deixaram 17 mortos, o de Copenhague, que deixou dois mortos, e a recente decapitação de 21 coptas egípcios pelas mãos da organização Estado Islâmico (EI) na Líbia, o governo americano se reunirá de terça a quinta-feira com homens de negócios, especialistas, representantes governamentais, da União Europeia e o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, para discutir os passos a seguir.
Segundo funcionários americanos, as iniciativas apresentadas serão concentradas na forma de deter a radicalização, o recrutamento e a incitação da violência.
"Escutaremos o setor privado, as cidades do mundo, as ONGs e todos aqueles que puderem contribuir para dar uma solução", disse outro funcionário americano.
Está previsto que Obama fale no âmbito desta reunião entre quarta e quinta-feira.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Alerta: EUA correm risco de 'mega seca' inédita em mil anos.

 Secas nos próximos anos acontecerão por combinação de redução das chuvas e aumento da evaporação da água do solo  (Foto: Nasa)

Estudo alerta para períodos de estiagem de até 35 anos em partes do país a partir de 2050, piores que "anomalia climática" na Idade Média.


O sudoeste e as planícies centrais dos Estados Unidos correm o risco de enfrentar uma mega seca a partir de 2050 – a maior em mil anos, segundo pesquisadores.
Algumas regiões, como a Califórnia, já enfrentam uma séria escassez de chuvas, mas a situação é branda se comparada com alguns períodos dos séculos 12 e 13.
"Essas mega secas durante os anos 1100 e 1200 persistiram por 20, 30, 40, 50 anos de cada vez e foram secas que ninguém na história dos Estados Unidos jamais experimentou", disse Ben Cook, do Instituto Goddard para Estudos Espaciais da Nasa.
São esses eventos climáticos sem precedentes no último milênio que podem vir a acontecer, segundo os novos modelos.
"As secas que as pessoas conhecem – como a que foi chamada de dust bowl nos anos 1930 por causa das tempestades de areia, a seca dos anos 1950 ou mesmo a atual seca na Califórnia e no sudoeste – foram secas naturais que esperava-se que durassem apenas alguns anos ou talvez uma década", disse Cook.
"Imagine se a seca atual na Califórnia continuasse por mais 20 anos", comparou.
Duplo efeito
O estudo reforçou um consenso sobre as secas que deverão afligir o sudoeste e as planícies centrais americanas (uma larga faixa de território do norte do Texas até as Dakotas do Norte e do Sul) em consequência das crescentes emissões de gases na atmosfera.
Elas serão causadas por um fenômeno duplo: a precipitação reduzida (redução da quantidade de chuvas e neve) e o aumento da evaporação (impulsionado pelas altas temperaturas, que deixará os solos mais ressecados).
Para o novo estudo, a equipe de Cook comparou reconstruções das condições climáticas do passado feitas a partir da análise dos anéis de crescimento das árvores – os anéis são mais largos em anos mais úmidos. Foram levados em conta também outros 17 modelos climáticos, além de índices diferentes usados para descrever a quantidade de umidade que se manteve nos solos.
Com estas informações, os pesquisadores conseguiram entender a variação natural do sistema climático, separando o que são situações normais e o que seriam situações extremas.
O que o grupo descobriu foi que, após 2050, o sudoeste e as planícies centrais provavelmente passarão por períodos de estiagem que ultrapassariam até mesmo a chamada "anomalia climática medieval" nos séculos 12 e 13.
"Tanto no sudoeste quanto nas planícies centrais, estamos falando de um risco de 80% de uma seca de 35 anos até o final do século, se a mudança climática se consumar", disse o coautor do estudo Toby Ault, da Universidade de Cornell.
"E esse é um ponto muito importante – não estamos necessariamente presos neste alto risco de uma mega seca se tomarmos providências para retardar os efeitos da emissão dos gases estufa nas temperaturas globais."
Vivendo em estiagem
Ault definiu as condições de uma mega seca usando o exemplo da cidade de Tucson, no Arizona, onde a precipitação está em 80% dos níveis esperados desde o final dos anos 1990. Se isso continuar por mais duas décadas, a situação se qualifica como mega seca.
Apesar do desafio, o pesquisador se disse otimista com a possibilidade de desenvolver estratégias para lidar com o problema.
"Os registros que temos de mega secas do passado são baseados em estimativas de anéis de crescimento. Se você pensar bem, isso é um pouco animador, porque significa que as secas não foram ruins a ponto de matar todas as árvores", disse Ault.
"Estou otimista porque uma mega seca não significa não ter água – significa apenas ter muito menos água do que nos acostumamos a ter no século 20."
O estudo, divulgado na publicação científica Science Advances, foi discutido no encontro anual da Associação Americana para o Avanço das Ciências, que acontece em San Jose, na Califórnia.