A outra frente trata de suspeita de compra de legislação, pagamento de propina para elaboração e aprovação de medidas provisórias que beneficiaram o setor automotivo.

Na decisão, a juíza Célia Regina Bernardes afirma que o grupo criminoso atua nessas duas frentes há pelos menos seis anos. Três MPs que concederam incentivos fiscais estão sendo investigadas. E é nessa parte da investigação que aparecem nomes de pessoas ligadas ao Congresso e ao governo federal. Entre elas, o ex-ministro do governo Dilma e chefe de gabinete do ex-presidente Lula, Gilberto Carvalho.
Ele foi ouvido na segunda-feira (26) pela Polícia Federal. A polícia diz que Carvalho seria o contato na presidência da República com os sócios de uma das consultorias investigadas, a SGR, e apresentou um documento apreendido na casa do lobista Alexandre Paes dos Santos, que também foi preso na segunda (26).
Informações: PensaBrasil
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