terça-feira, 26 de maio de 2015

Quase 1000 pessoas foram mortas em onda de calor na Índia.

Onda de calor na Índia deixa 800 mortos (Foto: Chandan Khann/AFP)

A onda de calor que afeta a Índia desde a semana passada, com temperaturas próximas dos 50 graus em várias cidades, provocou a morte de mais de 800 pessoas, anunciaram as autoridades.
No estado de Andhra Pradesh (sul), o mais afetado, 551 pessoas morreram na última semana. Os hospitais foram mobilizados para receber as vítimas do calor, informa a agência AFP.
As autoridades recomendam à população que permaneça em ambientes fechados e que as pessoas não saiam às ruas sem chapéu ou sem beber água, anunciou Tulsi Rani, funcionário da unidade de gestão de catástrofes do estado.
"Também pedimos às ONGs e às agências do estado que abram locais para o fornecimento de água, para que toda a população tenha acesso", disse.
O tempo tem sido mais quente e seco do que o normal nesta época do ano devido a ventos que vêm do Paquistão e sopram pelas planícies centrais indianas.
Muitos dos mortos, segundo a emissora CNN, são pessoas pobres, como moradores de rua e pedintes, assim como trabalhadores de construção civil, que ficam expostos ao sol.
Outro problema, como destaca a rede americana, é que apenas cerca de um terço da população indiana tem eletricidade, o que significa que o restante da população não tem muitas formas modernas de se refrescar, como ventilador e ar condicionado.
Centenas de pessoas, essencialmente as mais pobres, morrem a cada verão na Índia. Dezenas de milhares sofrem com os cortes de energia elétrica, resultado de uma rede sobrecarregada.
Grande parte do país está sob os efeitos da onda de calor, incluindo a capital Nova Délhi.
De acordo com o jornal 'The Hindustan Times', a temperatura máxima em Délhi chegou a 45,5°C na segunda-feira, cinco graus acima da média prevista para a época.
Assando
"Estamos assando, esta visita virou um pesadelo", afirmou Meena Sheshadri, uma turista de 37 anos que mora em Pune (oeste) e visitava o 'India Gate' ao lado dos filhos.

"Bebo água o tempo todo, mas continuo com a garganta seca", disse.
No estado de Telanga, vizinho de Andhra Pradesh, 231 pessoas morreram nos últimos sete dias. As temperaturas chegaram a 48°C durante o fim de semana.
Em Orissa (leste), 11 pessoas morreram vítimas da onda de calor. A meteorologia emitiu um "alerta vermelho" para terça-feira e quarta-feira no estado, onde as temperaturas devem chegar a 45 graus.
Em Bengala Ocidental, 13 pessoas morreram e os sindicatos de taxistas recomendaram aos motoristas que reduzam o ritmo de trabalho.
Segundo o Hindustan Times, as condições meteorológicas provocam o risco de seca nos estados mais afetados pela onda de calor, antes do início da temporada de chuvas de monção.

Fonte G1

Curitiba: Passagem de quatro municípios passará para R$ 4,40

Linhas integradas de Bocaiúva do Sul, Itaperuçu, Contenda e Rio Branco do Sul vão ficar mais caras. | Lineu Filho/ Tribuna do Paraná


Reajuste começa a valer em junho. Aumento foi comunicado pelo governo do Paraná em um ofício enviado à Metrocard, empresa que opera a bilhetagem nas linhas metropolitanas, no último dia14



A Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba enviou um ofício à Metrocard, no último dia 14 deste mês, informando que as tarifas de quatro linhas integradas ficarão mais caras a partir do próximo dia 1º de junho. Esse é o primeiro anúncio de reajuste de tarifas em linhas metropolitanas integradas desde que a Urbs deixou de operar essas linhas.

De acordo com o comunicado, as tarifas nas linhas integradas de Bocaiúva do Sul, Itaperuçu, Contenda e Rio Branco do Sul passarão a custar R$ 4,40. O sistema integrado de transporte teve seu custo reajustado para R$ 3,30 no último mês de fevereiro.
Apesar do comunicado oficial, não é possível afirmar quais linhas exatamente serão afetadas pelo reajuste. A linha Contenda/Araucária, por exemplo, é a única daquele município integrada à RIT. Ela permite que usuários venham até Curitiba pagando apenas uma passagem. Para isso, eles precisam fazer uma integração em Araucária. A linha que vem direto de Contenda até a capital já custava R$ 4,40 desde fevereiro.

População está revoltada.

"Obrigado Beto Richa, sempre ajudando o povo" diz Eleitor.

A fonte é da Gazeta do Povo.

PT está trazendo Haitianos para apoia-los no MST.





Os haitianos, futuros ativistas pró-PT, sustentados pelos nossos impostos, estão para chegar em Santa Catarina, mas a prefeitura de Santa Catarina protesta.
Em nome da "humanidade", o PT lota o país de refugiados e paga-lhes auxílio (com os nossos impostos) em troca de apoio aos movimentos do PT.E o esquema para trazê-los e mantê-los é podre.... Só para refeições, mais de R$1 milhão sai dos cofres públicos.
Oras, é só ver nas manifestações da CUT, MST e PT. Estão todos lá defendendo o lixo do PT.
E sustentados pelo NOSSO DINHEIRO.
"Favelizar" o Brasil é tudo que o PT quer.
Quanto mais pobres e desletrados, melhor para o partido exercer seu mandato eterno.
A porta de entrada de africanos é o ACRE e depois são encaminhados para o SUL. Como assim?
Quem conhece minimamente geografia veria que não faz sentido. Mas para quem conhece política, veria que o governador do Acre é Tião Viana do PT. 


O país está quebrado, o povo sem empregos e o governo brasileiro faz questão de encher o país de haitianos, angolanos, senegaleses.

Para que?

Fonte: Facebook e Nova Ordem News.

domingo, 3 de maio de 2015

Nova lei altera Código de Processo Penal e 80 mil presos serão libertados.



Dilma aprova lei n°12.403/11 que solta 80 mil presos nas ruas de todo Brasil a partir do mês de Junho.


- Entrou em vigor ontem a lei 12.403/11, que altera 32 artigos do Código de Processo Penal (CPP) para dar ao juiz a possibilidade de aplicar medidas cautelares alternativas à prisão preventiva. De acordo com o texto, o juiz pode agora aplicar prisão domiciliar e monitoramento eletrônico. A nova lei, sancionada pela presidente Dilma Rousseff, deve liberar milhares de pessoas que estão presas aguardando julgamento. Deverão ser beneficiados presos não reincidentes que cometeram crimes leves, cujas penas são menos de quatro anos de reclusão.
A população carcerária do Brasil é de 496 mil presos, mas 183 mil pessoas, ou 37%, ainda esperam julgamento, segundo levantamento do Ministério da Justiça. Dados do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), de dezembro de 2010, apontam que, ao lado do Paraná, a Bahia é o estado com o maior índice de superlotação ficando à frente de estados como Alagoas, Pernambuco, Maranhão, São Paulo e Rio de Janeiro.
De acordo com o secretário de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça, Marivaldo Pereira, a lei não vai liberar os detentos de imediato. "A regra é: processo você espera em liberdade", resume. O secretário também fala da questão econômica: manter uma pessoa presa custa, em média, R$ 1,8 mil por mês, ao passo que o monitoramento eletrônico, a medida mais cara prevista na nova lei, custa entre R$ 700 e R$ 800 por mês aos cofres públicos.
Para o procurador de Justiça Eugênio Pacelli, responsável pelo projeto de reforma doCPP, que tramita no Senado, a nova lei pode causar uma sensação de insegurança nas pessoas.
"Há uma ilusão na sociedade: as pessoas acham que a prisão garante o sossego e a segurança de todo mundo, mas, muitas vezes, a prisão é que produz o próximo problema.
Colocar uma pessoa que não tem histórico presa é algo muito complicado".
De acordo com o supervisor do Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Walter Nunes, a lei não vai gerar sensação de impunidade.
"Não se pode dizer que a lei vai trazer impunidade, porque prisão preventiva não é para punir. É uma medida excepcional, aplicada antes da pessoa ser considerada culpada".
De acordo com Nunes, hoje é mais benéfico ser condenado por um crime leve do que existir a suspeita de que ele foi cometido. "Desde a Constituição de 1988, uma pessoa condenada a menos de quatro anos dificilmente ficará presa.
Serão aplicadas outras medidas restritivas de direitos e o regime aberto", explica.
Para o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Março Aurélio Mello, a lei veio para corrigir uma generalização da prisão preventiva. Ele aponta que hoje, em vez de se apurar para punir, faz-se o contrário: prende-se de forma indiscriminada.
"Daí a superlotação das penitenciárias e das cadeias públicas", explica.
CRIMES. Entre os delitos para o quais são aplicáveis as novas medidas cautelares estão furto simples, formação de quadrilha, porte de arma de fogo, apropriação indébita, ato obsceno em local público, homicídio culposo no trânsito, cárcere privado, contrabando, armazenamento e transmissão de foto pornográfica de criança, receptação, violação de direito autoral, bigamia, falsidade de atestado médico, resistência à prisão, desacato, corrupção de menores, comercialização de produto agrotóxico sem origem, destruição de bem público, entre outros.
Com relação ao sistema de fiança, a lei determina casos em que ela não é concedida como tráfico de entorpecentes, racismo e tortura, e define também novos valores. Agora, o pagamento pode chegar a cem salários mínimos, para penas inferiores a quatro anos, e 200 salários mínimos, para penas superiores a quatro anos. O valor máximo é de até R$ 109 milhões e a fiança é obrigatoriamente revertida à indenização do dano se o réu for condenado, o que não acontecia anteriormente.
A nova lei faz parte reforma ampla do Código de Processo Penal brasileiro que ainda está em fase de aprovação na Câmara dos Deputados, em Brasília.
Uma importante inovação da lei é a criação de banco de dados nacional para registro de todos os mandados de prisão expedidos no País. Segundo o Instituto de Direitos Humanos da International Bar Association o Brasil tem mais de 300 mil mandados de prisão não cumpridos.
O documento também constatou que o País tem a quarta maior população carcerária e que 44% dos detentos são presos provisórios.
O número cresce porque há estados em que a polícia não é comunicada pela Justiça sobre a prescrição de um crime e há casos em que são expedidos até cinco mandados de prisão para uma só pessoa. Esse número pode ser 50 mil ou 100 mil. Há uma ineficiência no Estado em controlar a expedição e a execução dos mandados de prisão. Esse novo banco de dados pode otimizar todo o processo.
Desde a Constituição de 1988, uma pessoa condenada a menos de quatro anos dificilmente ficará presa. Serão aplicadas outras medidas restritivas de direitos e o regime aberto.