A fonte adianta que entre o grupo dos 12 ‘subornados’ estão cientistas britânicos e conselheiros de saúde, cujos projetos foram financiados em troca de informações falsas, como o fato de a bebida não engordar.
O gigante ainda teria investido mais alguns milhões de dólares para a criação do Instituto Europeu de Hidratação (IEH), que recomendava o exercício físico, acompanhado de refrigerantes.
A publicação britânica vai mais longe nas suspeitas e escreve ainda que a Coca-Cola pagou 1,6 milhões de dólares ao presidente do Conselho Científico do IEH, Ron Maughan, para que este desse conselhos a organismos esportivos, onde salientava a importância dos refrigerantes nas refeições.
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