
Grupo de caminhoneiros na internet promete parar as rodovias de todo o país na próxima segunda-feira e bate de frente com sindicatos da categoria, que não apoiam o movimento. A greve de 9 de novembro, a partir das 6h, está sendo comandada pelo Comando Nacional do Transporte (CNT). A organização não tem personalidade jurídica e se apresenta como representativa dos motoristas do setor nas redes sociais.

O CNT conta com o apoio de movimentos contrários ao governo da presidente Dilma Rousseff (

Sindicatos da categoria afirmam que não vão participar da greve, liderada, segundo eles, por carreteiros que não integram o movimento sindical, e criticam que a paralisação ganhou contornos políticos. “O carreteiro não é desse movimento. O motorista de caminhão é voltado para o trabalho, é preocupado com serviço”, afirma o presidente do Sindicato Interestadual dos Caminhoneiros, presente em 25 estados, José Natan Emídio Neto, criticando a conotação política da greve.

O presidente da Federação das Empresas de Transportes de Carga do Estado de Minas Gerais (Fetcemg), Vander Francisco Costa, reforça que a entidade não vai aderir à greve. “Esse grupo que está tentando fazer uma greve não participa do movimento sindical. Tem muito proprietário de empresa, autônomos”, afirma Costa. “A questão é que não precisa mais de um caminhão para que ninguém consiga transitar na rodovia”, completa.
Informações: Correio Braziliense
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