Em nota, a FNP informou que, aos poucos, os sindicatos que integram a FUP começaram à aderir, no domingo, ao movimento iniciado pelos sindipetros Litoral Paulista, São José dos Campos, Rio de Janeiro, Alagoas/Sergipe e Pará/Amazonas/Maranhão/Amapá. Ainda segundo o sindicato, a produção das unidades foi afetada.
A categoria pede reajuste salarial de 18%. Na véspera, foi rejeitada a nova proposta da Petrobras de reajuste de 8,11%. A paralisação também protesta contra o plano de venda de ativos da estatal e busca manter direitos dos trabalhadores, em meio às dificuldades financeiras da estatal.
Adesão da Fup
A greve da FUP, com seus 12 sindicatos, teve início no domingo, por tempo indeterminado, após não conseguirem acordo com a Petrobras para uma série de reivindicações. A FUP tem como afiliado o Sindipetro Norte Fluminense, que representa funcionários da Bacia de Campos, responsável por mais de 70% do petróleo produzido no Brasil.
Contrária ao plano de desinvestimentos na Petrobras, a FUP reivindica interrupção do processo de terceirização em curso na empresa e a retomada dos investimentos no país. "Os cortes de investimentos, venda de ativos, interrupção de obras e paralisação de projetos impactam o desenvolvimento do país e a soberania nacional", disse.
Informações: G1
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