Em outras palavras: o presidente dos EUA, Barack Obama está dizendo ao presidente russo, Vladimir Putin, a menos que Putin esteja disposto a ir para a guerra contra os Estados Unidos, que ele deve parar o que está fazendo agora na Síria. Obama está dizendo isso na única linguagem cujo sentido não pode ser negado ou mal interpretado: enviando uma contra-força para especificamente o que a Rússia já enviou à Síria.
Aparentemente, o presidente dos Estados Unidos está levando este assunto muito a sério, ele está disposto a iniciar a Terceira Guerra Mundial com isso, de modo a provar que ele não é "fraco".
A Guerra Fria nunca foi tão quente, exceto na época da crise dos mísseis de Cuba, em 1962. Mas, nesse caso particular, os EUA enfrentaram um potencial ataque nuclear soviético sobre os Estados Unidos, com mísseis soviéticos sendo colocados perto dos EUA em Cuba. Desta vez, ele está começando muito diferente: a Rússia não apresenta perigo direto contra os Estados Unidos. Na verdade, Putin solicitou repetidamente a cooperação dos Estados Unidos na guerra contra os jihadistas na Síria, mas Obama recusou-se repetidamente.
Agora, Obama vai mais longe do que simplesmente se recusar a cooperar: ele está ordenando que Putin pare. Obama está fazendo isso agindo, exigindo que Putin permita que os jihadistas sunitas assumam o controle da Síria, um país que, sob o regime de Assad tem um governo não-sectário secular, cuja maioria dos funcionários chefe são xiitas (embora o primeiro-ministro, Wael Nader al- Halqi, seja sunita), e onde a Constituição é totalmente não-religiosa e mantém um muro de separação entre a Igreja e Estado (o único dessa forma, em todo o Oriente Médio) - a qual todos as organizações de oposição que estão em conflito contra ela se opõem, porque elas são todas organizações jihadistas sunitas.
Informações: A Nova Ordem Mundial
0 comentários:
Postar um comentário