As informações foram divulgadas pelo Wikileaks em 2014 mas sem dúvidas vale muito a pena ler para entender em que vem se contextualizando o gigante Estado islâmico, que vem crescendo seu califado matando e destruindo e em pouco tempo já levou terror ao mundo inteiro.
Cada um tem sua concepção. Vale lembrar que em agosto de 2014, quando o texto foi publicado no portal Opera Mundi, os Estados Unidos ainda não haviam decidido guerrear contra o ISIS, como o Estado Islâmico é conhecido. Leia e tire suas próprias conclusões.
Os Estados Unidos se recusaram a ajudar o governo da Síria a combater grupos radicais islâmicos como a Al-Qaeda e o ISIS (Exército Islâmico do Iraque e da Síria, que recentemente mudou de nome para Estado Islâmico). Além disso, segundo revelações feitas pelo site Wikileaks, o governo norte-americano armou grupos como o ISIS. Os quase 3 mil documentos sobre essa questão foram vazados pelo site dirigido por Julian Assange na última sexta-feira.
Em 18 de fevereiro de 2010, o chefe da inteligência síria, general Ali Mamlouk, apareceu de surpresa em uma reunião entre diplomatas norte-americanos e Faisal a-Miqad, vice-ministro das relações exteriores da Síria. A visita de Mamlouk foi uma decisão pessoal de Bashar al-Assad, presidente sírio, em mostrar empenho no combate ao terrorismo e aos grupos radicais islâmicos no Oriente Médio, assinala o documento.
Neste encontro com Daniel Benjamin, coordenador das ações de contra-terrorismo dos EUA, “o general Mamlouk enfatizou a ligação entre a melhoria das relações EUA-Síria e a cooperação nas áreas de inteligência e segurança”, afirmam os diplomatas norte-americanos em telegrama destinado à CIA, ao Departamento de Estado e às embaixadas dos EUA em Líbano, Jordânia, Arábia Saudita e Inglaterra.
Informações: Wikileaks & Revolta Brasil
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