Além de tudo, ele será recolhido no destino, não na origem. Ou seja, uma loja online sediada no Mato Grosso, por exemplo, precisará recolher o imposto na Secretaria da Fazenda do Rio Grande do Sul, caso seu comprador seja gaúcho. E assim por diante.
O novo critério decorre de um convênio do Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária). É de fato um absurdo que isso aconteça. Enquanto a regra da economia mundial é a busca pela eficiência, o Brasil se afunda em atraso, burocracia e altos custos aos empresários. Com isso, as pequenas e médias empresas acabam prejudicadas ao extremo – e as grandes perdem vigor competitivo diante das estrangeiras. Isso é um exemplo de como o atual governo ajuda a afundar o Brasil com essa visão estúpida de que o setor empresarial seria sempre um vilão.
Matéria: O Implicante
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